Os empresários do Sul necessitam estar muito atentos para não se deixar levar por ondas nacionais de pessimismo. Isto tem servido de “desculpa” para fracos investimentos em Marketing. No entanto, diante dos últimos índices de desempenho econômico divulgados, a “desculpa” não se sustenta.

“O ritmo de atividade no Brasil, no ano passado, passou longe da homogeneidade. Enquanto os três Estados do Sul se aproximaram de um ritmo quase chinês – com crescimento de 6% -, o Sudeste foi afetado pela queda na produção da Petrobras e pelo fraco desempenho do setor de serviços e registrou alta de apenas 1,3%, segundo o Índice de Atividade Econômica Regional do Banco Central. Na média do país, o indicador mostrou alta de 2,5% no ano passado, resultado um pouco superior ao esperado para o Produto Interno Bruto (PIB).”

http://www.valor.com.br/brasil/3445674/sul-cresce-6-mas-sudeste-tira-forca-do-pib#ixzz2uWd67Eqi

Existe um cenário positivo de crescimento, não generalizado, mas sim concentrado em setores específicos, como o Naval e da Agroindústria, entre outros:

“A produção industrial no Rio Grande do Sul cresceu 6,8% no ano passado, o maior crescimento estadual dentro da pesquisa do IBGE. O resultado foi puxado pelo polo metal-mecânico, onde se incluem máquinas agrícolas, mas apenas uma parte da produção fica no Estado. ”

http://www.valor.com.br/brasil/3445674/sul-cresce-6-mas-sudeste-tira-forca-do-pib#ixzz2uWd67Eqi

Este cenário, porém, só é positivo na medida em que as empresas estudem seus diferenciais sustentáveis e relevantes para atender estes mercados promissores. E estruturem suas estratégias mercadológicas de forma eficiente para aproveitar as oportunidades antes dos concorrentes. Com os dados de crescimento do PIB regional apresentados, fica clara a situação de vantagem da região em relação a concorrentes de outros estados. É vital uma conscientização dos gestores sobre a necessidade de reinvestir resultados financeiros obtidos em projetos voltados, em especial, para o fortalecimento e crescimento nos mercados, bem como em inovação (de produto, processo, marketing ou organizacional).

Ampliando nossa visão para além do cenário nacional, temos outro indicador:

“ Brasil tem o 3º maior crescimento econômico do mundo em 2013. Apesar de modesto em relação a anos recentes, o ritmo de crescimento do PIB (produção de bens e serviços da economia) do Brasil somente ficou abaixo dos apresentados por China e Coreia do Sul em 2013 – entre 13 economias que já apresentaram seus resultados, selecionadas pelo IBGE.

pib

http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/economia/noticia/2014/02/brasil-tem-terceira-maior-alta-do-pib-em-2013-entre-13-grandes-economias-4431827.html

O avanço da China, aliás, não é parâmetro para ninguém. Está 5,7 pontos porcentuais acima da média mundial, de 3,0%. É desempenho que eleva muito o índice médio. Todos os demais países ficam abaixo dessa linha.

A Coreia do Sul conseguiu resultado bem próximo disso, com 2,8% de expansão. O crescimento da economia brasileira no último ano, de 2,3%, está imediatamente acima dos 1,9% de variação dos PIBs de África do Sul, Estados Unidos e Reino Unido.”

http://blogs.estadao.com.br/radar-economico/2014/02/27/brasil-tem-3o-maior-crescimento-economico-do-mundo-em-2013/

Cabe, no entanto, destacar que apesar de expressivo desempenho econômico, o Brasil vem perdendo espaço no mercado internacional, especificamente pela perda de competitividade, diretamente relacionada a fatores como baixos investimentos em infraestrutura do país, e pequena cultura de investimentos em Inovação dentro das empresas.

Uma boa Consultoria de Marketing e Inovação pode apoiar sua empresa na otimização do crescimento no mercado. Trabalhando também nas restrições internas e externas à cultura inovadora, essenciais para o aumento de sua competitividade. Então chega de reclamar e mãos à obra! Sucesso e que 2014 nos reserve ainda melhores notícias!