CategoryTENDÊNCIAS

AUTOMAÇÃO É O CAMINHO

“Apenas 10 por cento dos postos de trabalho que podem ser automatizados já foram ocupados por robôs. Em 2025 , as máquinas terão mais de 23 por cento”
Boston Consulting Group

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“Quando o pessimismo reina, a maioria se retrai, a concorrência diminui e as grandes chances aparecem.”
Ricardo Amorim – Economista, Consultor e Palestrante.

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INDEK no Workshop – As ferramentarias preparadas para o INOVAR-AUTO.

A OLIV planejou a presença da marca INDEK junto aos participantes do importante evento da ABINFER: Workshop – As ferramentarias do Brasil estão preparadas para o INOVAR-AUTO. De 18 a 22 de agosto.
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A mesma visibilidade da marca foi trabalhada também junto aos participantes do curso que nosso Consultor – José Luiz de Oliveira –  está ministrando na ACIJ, para gestores e colaboradores de empresas do setor.
Os executivos do setor ferramental estão cientes do momento único que o INOVAR-AUTO está proporcionando. Este cenário de oportunidades ficou claro na palestra de Celso Luis Placeres – Diretor de Engenharia da Manufatura da VW do Brasil. 

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Se aproveitarem o momento com ações estratégicas nas áreas de produção e comercial, as ferramentarias poderão ​ter um grande impulso de faturamento em seu setor.
Nossos clientes desta cadeia de valor já estão planejando os próximos passos neste sentido.
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Momento de Oportunidade – Doze setores e regiões que merecem muita atenção.

 

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José Luiz – Consultor-chefe da OLIV – em ação presencial, em uma grande indústria de Joinville – SC.

Uma de nossas filosofias de trabalho é a conscientização dos clientes quanto à oportunidade de Planejar estrategicamente em momentos de crise ou retração da demanda. Isto fica mais evidente neste artigo do renomado economista Ricardo Amorim.

Como ele destaca:

“Nestes momentos, surgem as oportunidades. Quando o pessimismo reina, a maioria se retrai, a concorrência diminui e as grandes chances aparecem. A mãe das oportunidades são os problemas. A lagarta não escolhe virar borboleta. Ela se transforma porque não tem escolha.”

Mesmo em uma economia que vai mal, há setores e regiões que prosperam. Doze setores e regiões que, segundo ele, devem crescer mais do que a economia nos próximos anos (em negrito, destaco alguns pontos vitais para nossos clientes):

1) Infraestrutura – Está em frangalhos, mas não falta financiamento nem interessados em investir. Atualmente, a China constrói a cada ano mais infraestrutura que toda a infraestrutura brasileira. Para este quadro mudar, basta o governo melhorar o marco regulatório;

2)  Energia – Temos o pré-sal, mas a Petrobras está com a corda no pescoço. A Petrobras precisa explorar logo essas reservas. O consumo de petróleo nos países desenvolvidos cai há décadas. A demanda global tem sido sustentada pelos emergentes, mas isto não vai durar para sempre. O governo tem que criar condições para acelerar os investimentos e a produção. O preço da gasolina vai subir, o que também deve tirar a corda do pescoço do setor sucroenergético. Faltará ainda desarmar o imbróglio causado no setor elétrico;

3) Comércio – O consumo cresce mais do que o PIB quase todo ano desde 2004, impulsionando, junto com o crédito, a expansão do comércio. 2014 será o 11o ano consecutivo, em que as vendas do varejo crescerão mais do que a produção da indústria;

4) Agronegócio – Seu superávit aumentou de US$ 9 bilhões em 2001 para mais de US$ 90 bilhões nos últimos 12 meses. Nenhum país tem mais área cultivável ou água doce disponíveis que o Brasil. A produtividade tem crescido. Chineses e indianos têm fome. Somos nós que vamos alimentá-los;

5) Centro-Oeste – É o celeiro do Brasil e o Brasil é o celeiro do mundo;

6) Interior do país  – Impulsionadas pelo agronegócio e pela mineração, as cidades médias do interior crescem mais, geram mais empregos e atraem mais migração do que as capitais dos estados, mudando o eixo do consumo e da logística no país;

7) Educação –  Em toda área em que o setor público não presta um bom serviço surge uma oportunidade para o setor privado.

8) Saúde – Hospitais, laboratórios, redes de farmácias e planos de saúde crescem para suprir o que o governo não entrega.;

9) Serviços – Quase 60 milhões de pessoas que ingressaram nas classe A, B e C nos últimos 10 anos demandam mais serviços. Ao contrário da indústria, que não consegue repassar os aumentos de custos de mão de obra, aluguéis e matérias primas por conta da concorrência internacional, o setor de serviços tem conseguido sustentar sua rentabilidade. Ninguém sai daqui para cortar o cabelo na China, mesmo que custe 1/10 do preço;

10) Nordeste – Em todos os Estados nordestinos mais de 50% famílias recebem o Bolsa-Família, expandindo o consumo e o crescimento econômico na região;

11) Setor imobiliário – Desaceleração econômica, boatos de estouro de bolha após a Copa e incertezas geradas pelas eleições derrubaram as vendas recentemente. Ainda assim, os preços continuaram em alta, na maioria dos casos. O volume de vendas deve se recuperar assim que a expansão do crédito volte a se acelerar.

12) Setor automotivo – Contração do crédito por conta de aumento de inadimplência freou as vendas no primeiro semestre. Hoje, só 35% das vendas de automóveis no país são financiadas contra 70% no mundo. Quando o crescimento do crédito retomar seu vigor, as vendas de veículos também retomarão.

Que ênfase o Brasil dá à Inovação?

 

Em recente artigo, publicado na Forbes pela especialista Rebecca O. Bagley, fica evidente o nível de preocupação das empresas americanas sobre o tema, e sua relação direta com a competitividade do país: “É por isso que temos de aumentar a nossa capacidade de inovação para capturar tendências, tirar proveito de tecnologias emergentes, reenergizar o nosso setor manufatureiro, oferecer oportunidades para as empresas desconectadas, e acelerar o ritmo em que podemos crescer nossos negócios.

Cada vez mais o Marketing se aproxima dos estudos de Inovação, pois em muitos casos é necessário ir além do atendimento de necessidades e desejos visíveis no mercado e nas pesquisas. Torna-se vital descobrir novas demandas e necessidades não manifestadas. Ambiente no qual a abordagem tradicional de Marketing deve ser ultrapassada no sentido do desenvolvimento de processos e projetos internos que alavanquem a capacidade inovadora das organizações.

Leia mais na Forbes: http://www.forbes.com/sites/rebeccabagley/2014/01/15/the-10-traits-of-great-innovators/

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O desafio do Marketing de Sustentabilidade

Um dos grandes desafios do Marketing atual é criar novas abordagens de satisfação de necessidades e desejos dos consumidores, que devem ir além do mero consumismo. Não podemos continuar vivendo como vivemos. Uma das maiores especialistas mundiais em questões do meio ambiente, Annie Leonard, explica como funciona o sistema linear do capitalismo, e como isso prejudica nosso planeta de forma extrema.

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Poluição do ar mata 7 milhões por ano — quase uma Hong Kong

Campanha da INDEK na revista Ferramental.

Com o objetivo específico de aquecer as vendas e reforçar a sua forte participação no segmento de Ferramentarias, no sul do país e todo o Brasil, nossa consultoria planejou e elaborou o conceito criativo da campanha, a ser veiculada inicialmente na Revista Ferramental, para a INDEK AÇOS.

O trabalho foi desenvolvido em parceria com a Agência Teken, que elaborou o trabalho de design gráfico e pesquisa de imagens.

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A Ferramental é uma publicação bimestral, especializada na divulgação da tecnologia dos processos, produtos e serviços utilizados na indústria de ferramentais.

De circulação nacional, atinge público qualificado nas seguintes regiões:

Sudeste 62%

Sul 29%

Nordeste 5%

Centro Oeste 1%

Norte 2%

Internacional 1%

OS EMPRESÁRIOS DO SUL DO PAÍS NECESSITAM INVESTIR FORTEMENTE EM ESTRATÉGIAS DE MARKETING.

Os empresários do Sul necessitam estar muito atentos para não se deixar levar por ondas nacionais de pessimismo. Isto tem servido de “desculpa” para fracos investimentos em Marketing. No entanto, diante dos últimos índices de desempenho econômico divulgados, a “desculpa” não se sustenta.

“O ritmo de atividade no Brasil, no ano passado, passou longe da homogeneidade. Enquanto os três Estados do Sul se aproximaram de um ritmo quase chinês – com crescimento de 6% -, o Sudeste foi afetado pela queda na produção da Petrobras e pelo fraco desempenho do setor de serviços e registrou alta de apenas 1,3%, segundo o Índice de Atividade Econômica Regional do Banco Central. Na média do país, o indicador mostrou alta de 2,5% no ano passado, resultado um pouco superior ao esperado para o Produto Interno Bruto (PIB).”

http://www.valor.com.br/brasil/3445674/sul-cresce-6-mas-sudeste-tira-forca-do-pib#ixzz2uWd67Eqi

Existe um cenário positivo de crescimento, não generalizado, mas sim concentrado em setores específicos, como o Naval e da Agroindústria, entre outros:

“A produção industrial no Rio Grande do Sul cresceu 6,8% no ano passado, o maior crescimento estadual dentro da pesquisa do IBGE. O resultado foi puxado pelo polo metal-mecânico, onde se incluem máquinas agrícolas, mas apenas uma parte da produção fica no Estado. ”

http://www.valor.com.br/brasil/3445674/sul-cresce-6-mas-sudeste-tira-forca-do-pib#ixzz2uWd67Eqi

Este cenário, porém, só é positivo na medida em que as empresas estudem seus diferenciais sustentáveis e relevantes para atender estes mercados promissores. E estruturem suas estratégias mercadológicas de forma eficiente para aproveitar as oportunidades antes dos concorrentes. Com os dados de crescimento do PIB regional apresentados, fica clara a situação de vantagem da região em relação a concorrentes de outros estados. É vital uma conscientização dos gestores sobre a necessidade de reinvestir resultados financeiros obtidos em projetos voltados, em especial, para o fortalecimento e crescimento nos mercados, bem como em inovação (de produto, processo, marketing ou organizacional).

Ampliando nossa visão para além do cenário nacional, temos outro indicador:

“ Brasil tem o 3º maior crescimento econômico do mundo em 2013. Apesar de modesto em relação a anos recentes, o ritmo de crescimento do PIB (produção de bens e serviços da economia) do Brasil somente ficou abaixo dos apresentados por China e Coreia do Sul em 2013 – entre 13 economias que já apresentaram seus resultados, selecionadas pelo IBGE.

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http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/economia/noticia/2014/02/brasil-tem-terceira-maior-alta-do-pib-em-2013-entre-13-grandes-economias-4431827.html

O avanço da China, aliás, não é parâmetro para ninguém. Está 5,7 pontos porcentuais acima da média mundial, de 3,0%. É desempenho que eleva muito o índice médio. Todos os demais países ficam abaixo dessa linha.

A Coreia do Sul conseguiu resultado bem próximo disso, com 2,8% de expansão. O crescimento da economia brasileira no último ano, de 2,3%, está imediatamente acima dos 1,9% de variação dos PIBs de África do Sul, Estados Unidos e Reino Unido.”

http://blogs.estadao.com.br/radar-economico/2014/02/27/brasil-tem-3o-maior-crescimento-economico-do-mundo-em-2013/

Cabe, no entanto, destacar que apesar de expressivo desempenho econômico, o Brasil vem perdendo espaço no mercado internacional, especificamente pela perda de competitividade, diretamente relacionada a fatores como baixos investimentos em infraestrutura do país, e pequena cultura de investimentos em Inovação dentro das empresas.

Uma boa Consultoria de Marketing e Inovação pode apoiar sua empresa na otimização do crescimento no mercado. Trabalhando também nas restrições internas e externas à cultura inovadora, essenciais para o aumento de sua competitividade. Então chega de reclamar e mãos à obra! Sucesso e que 2014 nos reserve ainda melhores notícias!

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